A nova vacina contra a dengue, produzida pelo Instituto Butantan, teve sua aplicação suspensa após a aprovação da Anvisa e o início da imunização no país. Foram registrados 42 episódios de reação severa e duas mortes entre pessoas que receberam a dose. Apesar do alarme, a situação precisa ser compreendida dentro do contexto da vigilância pós-aprovação.

    Após os estudos clínicos que atestam a segurança e eficácia de um produto farmacêutico, ele continua sendo monitorado pelas autoridades para identificar efeitos inesperados que possam ter passado despercebidos nas pesquisas. Esse procedimento é normal quando a aplicação ganha escala. Agora, o governo e a Anvisa montaram uma força-tarefa para apurar os eventos adversos e definir se a vacina poderá voltar a ser utilizada, com restrições na bula, ou se terá de ser abandonada. O caso mostra que o sistema de vigilância está operante.

    Em julho de 1996, nascia na Escócia a ovelha Dolly, considerada um divisor de águas para a ciência. Ela foi o primeiro clone de um mamífero obtido com sucesso. Os cientistas realizaram a transferência do núcleo de uma célula de um ovino para um óvulo, resultando no desenvolvimento do animal, que morreu seis anos depois.

    Pesquisadores da Universidade de Paris-Saclay, na França, testaram a imunoterapia aplicando a droga diretamente dentro do tumor. O objetivo é limitar os efeitos colaterais e ampliar a eficiência do tratamento, que normalmente é injetado na veia para estimular a imunidade a combater a doença.

    O estado do Paraná investiu 54 milhões de reais na compra de alimentos cultivados sem agrotóxicos para a rede de ensino público em 2025. Hoje, 311 municípios paranaenses recebem produtos orgânicos para as refeições escolares.

    Uma pesquisa da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostrou que mais de um terço dos brasileiros perde o sono por causa de dívidas. O levantamento detectou que quase 50% dos cidadãos convivem com alto estresse financeiro, situação que afeta especialmente as mulheres.

    A educadora e pesquisadora Mariane Santana, autora do livro “Quem Dá Conta de Tudo Não Dá Conta de Si Mesmo”, afirmou que as pessoas estão cansadas porque a cultura produtivista normalizou o cansaço. Ela disse que as pessoas sabem que precisam descansar, mas foram convencidas de que o cansaço é necessário para conquistar a prosperidade ou, pior, para conseguir o mínimo, como dinheiro para comida e aluguel. Para ela, é preciso questionar toda uma estrutura que depende da exaustão humana para funcionar.

    Fátima Watanabe

    Formada em biblioteconomia pela UFMG, Fátima Watanabe começou na sua área escrevendo artigos sobre as obras de Dante Alighieri e sua importância dentro da literatura. Hoje, Fátima passa seus dias como pesquisadora de sua área, integrando o uso de palavras-chave na pesquisa didática e ainda escreve editoriais e artigos no Revista Top Saúde.

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